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| Novo delegado de Palotina, Walmir Rohod Lino, e o prefeito Jucenir Stentzler: pedido para carcereiros |
A Polícia Civil de Palotina, município de 30 mil habitantes a 45 quilômetros de Marechal Cândido Rondon, tem enfrentado alguns problemas administrativos que têm prejudicado investigações. A cadeia pública, com capacidade para 16 pessoas e que hoje abriga 50 detentos, não tem nenhum agente carcerário.
A falta desse profissional acaba prejudicando o trabalho da polícia, que utiliza investigadores para cuidar dos presos. Para se ter uma ideia, a cadeia em Marechal Cândido Rondon tem 11 agentes carcerários, de acordo com o chefe de Cadeias da 8ª Região, Ari Batista, que atendem uma população média flutuante de 150 detentos.
E o pedido para a contratação de agentes penitenciários foi a primeira ação do delegado Walmir Rohod Lino, que assumiu ontem (17) a Delegacia de Polícia Civil de Palotina. Ele visitou o prefeito Jucenir Stentzler ainda pela manhã e solicitou ao chefe do Executivo apoio para requerer a vinda de agentes para a cidade.
Hoje os investigadores fazem o papel de agentes carcerários. Eles deveriam estar nas ruas e acabam ficando na delegacia cuidando dos presos. Isso prejudica as investigações, conta o delegado, de 31 anos de idade e experiência e atuação em seis municípios antes paranaenses.
Walmir explica que investigadores não têm competência para cuidar de presos, já que não é para isso que são treinados. Investigadores não foram treinados e não têm especialidade para cadeia. Eles devem elucidar crimes. Com a vinda de agentes carcerários, melhoraríamos em muito o trabalho da Polícia Civil de Palotina, pondera.
