Os dois detentos que fugiram na madrugada de terça-feira (09) da carceragem da Delegacia de Polícia Civil de Marechal Cândido Rondon ainda não haviam sido localizados até o fim da tarde de ontem (10). Algumas das questões levantadas após a fuga é a precariedade das instalações, a superlotação e a inadequação de espaços dentro da própria delegacia.
Para dar fim a esses problemas, é preciso uma série de melhorias, que estão sendo levantadas pela Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Paraná, que desde março faz a administração compartilhada com a Secretaria Estadual de Segurança Pública.
Uma das questões defendidas pelo chefe regional de Cadeias Públicas da 8ª Região, Ari Batista da Silva, é o deslocamento da área chamada de Seguro para uma penitenciária. O Seguro não pode ficar com a carceragem. Vamos ter que retirá-lo de lá e transferi-lo para uma penitenciária, seja ela em Foz do Iguaçu, Cascavel ou Francisco Beltrão, explica Silva.
O Seguro é uma área reservada a presos que não oferecem riscos, que cometem crimes menos graves. É justamente a área onde estavam os dois acusados que fugiram da Delegacia de Rondon nesta semana. E eles estavam lá porque a carceragem não tinha outro lugar para colocá-los, já que eles haviam se desentendido com outros presos e foram removidos por questões de segurança e integridade física.
“Estamos analisando os pontos fortes e fracos da Delegacia em Rondon e queremos dar início às mudanças já no início de agosto, frisa Silva.
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