Divulgação/RPC

Gilvan Agibert
O prefeito de Prudentópolis, Gilvan Pizzano Agibert (PPS), foi liberado do Complexo Penitenciário de Piraquara. A decisão é do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). Ainda segundo a decisão, o prefeito continua afastado do cargo, não pode se aproximar de órgãos públicos municipais de Prudentópolis e ainda se ausentar do município sem permissão da Justiça. Agibert é suspeito de corrupção.
O prefeito foi solto por volta das 23 horas de quinta-feira (19), uma semana depois de ser preso em Curitiba. Outras três pessoas, que não tiveram os nomes divulgados, também foram liberadas. Todos estavam com mandados de prisão temporária. Agibert é suspeito de corrupção passiva num processo conduzido pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ligado ao Ministério Público do Paraná (MP-PR). Segundo o Gaeco, o prefeito e os outros três suspeitos estão envolvidos em denúncias de corrupção envolvendo empresas que venceram licitações na prefeitura.
Na data da prisão, Agibert estava com R$ 24 mil em dinheiro. A prefeitura divulgou notas informando que todos os esclarecimentos estavam sendo prestados à Justiça. Os advogados de defesa do prefeito foram procurados pelo G1 nesta sexta-feira (20), mas não retornaram até o fechamento da matéria.
Interino
O vice-prefeito, Adelmo Klosowski (PPS), assumiu o posto de Agibert no dia 13, um dia após a prisão. Na primeira semana de gestão, nove funcionários foram afastados por determinação do Gaeco. Segundo a prefeitura, eles já foram substituídos. Em nota, a prefeitura informou que Klosowski vai administrar com “transparência”. O novo prefeito simplesmente pretende cumprir totalmente o juramento feito em sua posse, administrando com total transparência, dedicação, eficiência, honestidade e respeito com a coisa pública e a população de Prudentópolis, diz a nota.