O live-action de “O Rei Leão” estreou nos cinemas de todo o mundo essa semana e já se tornou o maior assunto nas redes sociais.
O desenho de 1994 fez parte da infância de muitas pessoas e é a animação preferida de grande parte delas. Por isso, é inevitável uma comparação entre o clássico da animação e a nova versão.
Pensando nisso, nós corremos para assistir ao live-action de “O Rei Leão” e preparamos uma lista com as principais diferenças entre o filme, de 2019, e a animação, de 1994. Confira!
Na versão de 1994, as músicas tiveram a assinatura de Elton John e Hans Zimmer, que inseriram na trilha sonora muitos ingredientes comuns aos anos 90. Eram cerca de 11 canções durante o filme e, em todas, uma instrumentalização pouco característica ao continente africano. Muito mais ao estilo Disney do período. Em 2019, com Pharrel Williams à frente da produção musical do live-action, além de John e Zimmer, a situação é bem diferente.
Como parte do processo criativo e de produção, foram feitas viagens a regiões africanas, tornando possível identificação de batuques, cantos, bem como outros sons que caracterizam a inspiração no continente. Nessa segunda versão, foram acrescentadas músicas inéditas, como “Never Too Late”, de Elton John, e “Spirit”, de Beyoncé. Além disso, foram mantidos clássicos como “Circle of Life”, “I Just Can’t Wait to Be King”, “Hakuna Matata”, “Can You Feel the Love Tonight”.
Timão e Pumba não têm a mesma aparência que você viu na antiga versão. O primeiro estará sem os tons quentes de amarelo e vermelho, mas muito mais próximo do animal real. Com Pumba foi o mesmo. Sem o tom de vermelho e coberto com uma cor de terra. Entretanto, esses dois personagens não perderam o espírito cômico e alegre que se esperava.
A aparência do macaco está idêntica, mas no live-action ele ganhou bem mais destaque do que no desenho.
(Foto: Divulgação)
Nala tem o ato heroico de fugir, ao invés de simplesmente encontrar o amigo. A leoa corre para buscar ajuda e então encontra Simba. No primeiro filme, isso não é mostrado, mas sim um feliz e acidental reencontro que culmina no retorno do verdadeiro herdeiro.
A juba de Simba da animação e da versão live-action também estão diferentes. No primeiro filme, o filho de Mufasa é dono de uma volumosa juba ruiva. Nesse atual, Simba, assim como o pai, tem a cabeça coberta com uma coloração dourada.
A cena em que Simba revê Mufasa está bem diferente. No lugar de Mufasa reaparecendo no céu e falando ao filho sobre sua identidade, bem como a importância de assumi-la junto de suas responsabilidades, aparece apenas uma voz vinda do céu, junto de trovões e luzes do céu.
A animação nunca mostrou como o macaco chegou à conclusão de que Simba havia sobrevivido. Por outro lado, a nova versão mostra o caminho impressionante que uma mecha de Simba faz até o Rafiki. O reencontro dos personagens também é um pouco diferente do original, pois o macaco não carrega tanto daqueles trejeitos cômicos que davam ar de loucura a ele.
Sarabi permanece em posição de liderança após a morte de Mufasa. E Scar, para conquistar o respeito dos súditos, insiste que a leoa o aceite como seu rei, uma espécie de marido. Esse fato foi bem diferente do que na versão dos anos 90, que não se aprofundava na leoa após a morte do pai de Simba.
O vilão Scar não possui a coloração avermelhada no corpo e juba preta como na animação. A versão 2019 levou em consideração a biologia animal para criar o personagem que aparecerá com um visual mais discreto, magro e muito maltratado.
Scar também é bem menos sarcástico e muito mais sombrio, bem diferente do leão da versão animada.
Na versão original, o filme que contava a história de Simba tinha aproximadamente 88 minutos de duração. A nova versão tem 30 minutos a mais, ou seja, 118 minutos.
As hienas ganharam novos nomes, muito mais compatíveis com o continente africano. Embora o nome de Shenzi tenha permanecido, os das duas outras hienas foram alterados. Ao invés de Banzai e Ed, elas passaram a se chamar Azizi e Kamari.
Com Jetss