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Silvana Nardello Nasihgil

Pensa numa verdade!

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A gente vai vivendo e depurando os desejos. A vida vai ensinando que a melhor coisa é estar com a alma em paz e o corpo confortável.

A gente vai deixando de mimimi, vai fazendo escolhas mais conscientes. Para de culpar os outros e tem sabedoria para escolher o que quer viver.

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Os sonhos continuam a existir, porque sonho é vida, mas os sonhos ficam mais próximos daquilo que é possível.

Voltamos a admirar as coisas simples da vida: o pôr do sol, as estrelas, flores, música de qualidade, animais de estimação, o mar, comida mais saudável, cama confortável, um bom papo, abraços, família e amizades verdadeiras.

Já aprendemos a dar valor para aquilo que realmente importa e buscamos nos rodear das coisas e pessoas que fazem bem para a alma, para o coração e para a vida.

Nessa fase a gente já sabe o que não quer viver, o que já cansou de tentar e o que precisamos reeditar e potencializar.

A gente olha o entorno e percebe quanto tempo as pessoas perdem insistindo em coisas que não cabem, que não acrescem, cansando-se de repetir erros e não aprendendo mesmo assim.

Na maturidade, e mais precisamente na meia idade, a inteligência emocional finalmente se instala, ficamos mais seletivos, mais coerentes, mais pacíficos. Já sabemos que na contabilidade da vida não é prudente se embasar no que vivemos, sofrendo por aquilo que não foi bom. Descobrimos que ainda há tempo para ser feliz, nos permitimos coisas que nos travavam e nos arriscamos, pois muitos medos não nos paralisam mais. Daquilo que vivemos, importa relembrar as coisas boas, os momentos felizes e aquilo que embalou o nosso coração e a nossa vida.

Nessa fase a gente descobre realmente como a vida deve ser, descarrega pesos desnecessários e segue cuidando mais de si.

Nessa fase fica o que faz bem, o que traz paz e quem faz por merecer.

Bem, mesmo que essa seja a verdade da maioria dos que têm a felicidade de envelhecer, muitos passam pela vida sem buscar esses comportamentos e sentimentos. Muitas pessoas vão envelhecendo e vivendo como se andassem na mão contrária. Tornam-se chatas, ranzinzas, intolerantes, discriminatórias, aumentam os mimimis e querem impor aos outros tudo aquilo que creem ser o correto.

Muito triste quem não se purifica com o tempo e quem, ao invés de ser feliz e partilhar sabedoria, torna-se figura não grata e morre na solidão por birra de não se permitir ser leve e amável.

A gente precisa pensar sobre isso, porque, conforme a vida avança (e ela voa), importa vivermos de um jeito mais leve, buscando dias felizes, com a alma em paz, buscando deixar na nossa história heranças positivas, lindas lembranças de termos sido luz, ao invés de trevas.

Enfim, na meia idade a gente só quer ser feliz e ter paz. Feliz quem vive para ser leve e aprende a aproveitar a magia incrível que é a vida.

 

Silvana Nardello Nasihgil é psicóloga clínica com formação em terapia de casal e familiar (CRP – 08/21393)

silnn.adv@gmail.com

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