Marechal Cristian Dall'Agnol

“Tracei estratégias para vencer”, diz rondonense que faturou carro zero km em prova de resistência

(Foto: Divulgação)

Depois de resistir cerca de 37 horas sem dormir, comer e ir ao banheiro, o rondonense Cristian Dall’Agnol já pensa no que fará com o Fiat Siena zero quilômetro que ganhou em uma prova de resistência ocorrida em Salto del Guairá, no Paraguai. “A gente precisa resolver algumas coisas quanto ao carro, que ainda não está na cidade. Mas provavelmente eu não vou ficar com ele. Vou vender para investir nos meus estudos”, declarou ao O Presente.

Cristian foi o vencedor de uma prova de resistência promovida pela LG Importados, que aconteceu na última semana em Santo del Guairá. Clique aqui e confira a matéria na íntegra. 

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Entre as regras, os participantes não podiam tirar a mão do carro. Eles podiam deitar, sentar, dormir, mas não podiam retirar a mão do veículo. Também não podiam conversar com o público, nem ir ao banheiro. Quem resistisse por mais tempo seria o vencedor.

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Estratégias

Concorrendo na seleção de participantes com cinco cupons, foi a compra de um perfume na loja paraguaia que fez Cristian ter a oportunidade de “brigar” pelo Fiat Siena. O rondonense soube que foi selecionado duas semanas antes da prova e, desde então, se preparou psicologicamente. “Acima de questões fisiológicas, de o corpo estar bem e preparado, a prova é muito psicológica. É notório que o cansaço vai vir e talvez até os pensamentos negativos de que ‘não vai conseguir’, mas precisa ser passageiro. Tenho treinamentos e cursos de desenvolvimento pessoal que me ajudaram muito também. Eu me preparei psicologicamente para aguentar o tempo necessário para sair com o carro”, frisa.

O rondonense diz que “sorte” não é um dos seus fortes, então traçou estratégias para vencer. “Escolhi não me sentar, porque eu me sentiria mais confortável e no processo de sentar e levantar eu poderia deslizar e acabar tirando a mão do carro. Também optei por não dormir, porque, devido ao cansaço, poderia acordar no susto e tirar a mão do carro. O tempo todo eu estava com o pensamento fixo em não soltar a mão de jeito nenhum. Muita gente tentou dar a mão ou me dar coisas e eu fui sabendo que seria testado por todos os lados”, conta.

 

Determinação

A prova foi longa e dura, mas o rondonense já foi preparado. “Eu sabia que não seria fácil, mas estava determinado a levar o carro. Eu me preparei bastante psicologicamente para enfrentar o que fosse necessário e superar todos que estivessem lá para sair vitorioso”, enaltece, agradecendo aos familiares e amigos que mandaram mensagens positivas durante a prova.

 

O Presente

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