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Vereador preso é transferido da cadeia de Marechal Rondon para a PEC de Cascavel

calendar_month 19 de fevereiro de 2019
2 min de leitura

A Polícia Civil de Marechal Cândido Rondon oficializou na manhã desta terça-feira (19) a transferência do vereador Adelar Neumann (DEM) para a Penitenciária Estadual de Cascavel.

A transferência atende solicitação feita pelo Ministério Público, por meio do promotor Carlos Alberto Dias Torres, e determinada pelo juiz da Vara Criminal da Comarca de Marechal Cândido Rondon, Clairton Mário Spinassi.

A medida visa resguardar a integridade física do acusado, que é agente público e possui curso superior, pois a cadeia pública rondonense não é dotada de cela especial e separada para abrigar um detento nestas condições.

O vereador Adelar Neumann foi preso no último dia 04 por agentes do Gaeco de Foz do Iguaçu, após investigações conjuntas com a 2ª Promotoria de Marechal Cândido Rondon terem constatado possível ato ilícito.

De acordo com as investigações, o parlamentar estaria supostamente exigindo uma espécie de “mensalinho” de um funcionário comissionado da prefeitura indicado por ele e nomeado como diretor do Departamento de Imprensa.

Ontem (18) pela manhã, ou seja, um dia antes de ser transferido para a PEC de Cascavel, o edil preso enviou à Câmara de Vereadores um pedido de licença pelo prazo de 29 dias.

Ele não receberá remuneração durante o período de licença e, de conforme prevê a Lei Orgânica do município de Marechal Cândido Rondon, não poderá reassumir o cargo antes de vencer o prazo solicitado.

Caso não obtenha alvará de soltura pela Justiça no período de licença encaminhado, o presidente da Câmara, vereador Claudio Köhler, convocará para o cargo o vereador suplente.

No mesmo dia em que Adelar Neumann pediu licença foram definidos os cargos da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar do Legislativo: presidente Josoé Pedralli, vice-presidente Vanderlei Sauer e corregedor Adriano Cottica.

Segundo o vereador Pedralli, após a definição dos cargos, a Comissão já começa a trabalhar na sindicância para apurar a denúncia em torno do suposto “rachid” exigido por Adelar ao funcionário da prefeitura indicado por ele.

 

Com Rádio Difusora 

 
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