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Policial

18 onças correm risco no Parque Nacional do Iguaçu

Divulgação
Carne de Cotia e veado encontrada em Santa Terezinha

A Legislação branda em demasia favorece uma prática que vem destruindo a biodiversidade do Parque Nacional do Iguaçu: a caça ilegal de animais silvestres. Dias atrás, caçadores foram encontrados com uma pele de onça em Santa Tereza do Oeste. Na última quinta-feira (25), policiais militares ambientais do Grupo Selva prenderam um homem com cerca de 30 quilos de carne de caça – veado e cutia -, diversas armas e munições em uma propriedade que margeia o Parque Nacional em Santa Terezinha de Itaipu. Após investigações e encontrar indícios em frente à propriedade, os policiais realizaram buscas no sítio, que fica na Linha Apepu. O acusado, entretanto, é o caseiro do local. Ele foi preso por porte ilegal de arma de fogo, mas as buscas continuam para prender o proprietário, que é um homem paraguaio, de acordo com o tenente Nilson Figueiredo Alves Junior, da Polícia Ambiental. “Infelizmente as penas para esses crimes de caça ainda são brandas. São de seis meses a um ano de prisão. Se a pessoa não for presa em flagrante, dentro do parque nacional, ela pode responder em liberdade. Nem fica presa”, diz o policial.

Conforme Nilson, estudos mostram que existem somente 18 onças em todo o Parque Nacional do Iguaçu. “A onça está em vias de extinção e mesmo assim as pessoas a caçam”, conta. Para tentar coibir cada vez com mais eficácia esses crimes, a Polícia Ambiental, que faz parte da 5ª Companhia de Foz do Iguaçu, trabalha em parceria com o Instituto Chico Mendes. “A gente faz estudos para identificar áreas onde há maior índice de crimes de caça para fazermos o patrulhamento nessas regiões”.

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(Leia a matéria completa na edição impressa de O Presente)

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