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Caso Edna: principal investigado e o filho dele teriam conversado sobre crime no WhatsApp; Polícia Civil divulga prints

calendar_month 10 de dezembro de 2021
2 min de leitura

Durante a coletiva de imprensa realizada na manhã desta sexta-feira (10), em Marechal Cândido Rondon, sobre o caso Edna Storari, o delegado de Polícia Civil Rodrigo Baptista dos Santos compartilhou fotos de conversas do principal investigado (companheiro dela), com o filho dele.

De acordo com o delegado, o homem teria se referido ao crime como “aquilo que conversamos” em mensagem enviada às 09h16 de 20 setembro. Antes disso, em mensagens trocadas às 08h35 do mesmo dia, o termo “negócio” estaria se referindo ao corpo de Edna Storari. A polícia trata o caso como feminicídio. Confira:

 

(Fotos: Polícia Civil)

 

Assim como esses, outros materiais, como vídeos de câmeras de segurança, áudios da vítima e flagrantes das investigações, foram divulgados pela Polícia Civil. Clique aqui e confira a matéria na íntegra.

 

Entenda o caso

A empresária rondonense Edna Storari, de 56 anos, foi dada como desaparecida no dia 27 de setembro por uma das filhas. A mulher morava em Marechal Rondon há oito anos e suas duas filhas residem em Tapejara e Pérola do Oeste, no Paraná.

Tão logo o caso chegou à Polícia Civil, a situação foi tratada como desaparecimento. Contudo, com o andamento das investigações, passou a ser tratada como um caso de feminicídio. Segundo o delegado, há “elementos suficientes que, infelizmente, apontam para a morte da Edna, tendo como principal suspeito de ser o autor do crime o seu companheiro”, declarou, ao O Presente, em matéria recente. 

O companheiro da empresária rondonense está preso preventivamente desde 07 de outubro, assim como o filho dele, a filha dele e seu genro, que foram detidos no dia 02 de dezembro. Edna e o homem não tiveram filhos juntos. A princípio, o companheiro é investigado pelo crime de feminicídio e os filhos e genro por ocultação de provas e fraude processual.

Os filhos e o genro teriam negado a participação no crime durante o interrogatório, assim como o principal suspeito tem feito desde sua prisão.

Segundo o delegado, o crime foi premeditado e as provas colhidas ao longo do inquérito direcionam para um caso bárbaro motivado possivelmente pelo fim do relacionamento e a divisão dos bens. “A nossa investigação desmentiu ponto a ponto os álibis apresentados pelo acusado”, declara.

 

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