Copagril
Policial

Polícia investiga morte de mulher de 37 anos

A casa onde morava o casal está, aparentemente, desabitada (Foto: O Presente)

O primeiro poss iacute;vel caso de homic iacute;dio do ano em Marechal C acirc;ndido Rondon foi registrado na manh atilde; de segunda-feira (04). Terezinha da Gama, 37 anos, morreu em fun ccedil; atilde;o de um golpe na cabe ccedil;a com objeto contundente, possivelmente uma faca. O Instituto M eacute;dico Legal (IML) de Toledo atestou como causa da morte traumatismo craniano e les otilde;es encef aacute;licas, por eacute;m, antes, na Unidade de Sa uacute;de 24 Horas de Marechal Rondon, o m eacute;dico que atendeu Terezinha ainda com vida afirmou que ela havia sido v iacute;tima de um ataque card iacute;aco.
Terezinha morreu por volta das 11 horas. Ela foi encontrada por familiares na sua resid ecirc;ncia, na Rua Cataratas, no Jardim L iacute;der, onde morava com seu am aacute;sio, identificado apenas por Lauri.
De acordo com informa ccedil; otilde;es obtidas pela Pol iacute;cia Civil, Lauri teria acionado um sobrinho de Terezinha, informando que ela estava passando mal, e na sequ ecirc;ncia saiu da casa sem dar explica ccedil; otilde;es. Terezinha teria sido encontrada ca iacute;da ao lado de sua cama. Ela foi levada de ambul acirc;ncia para o 24 Horas, onde morreu.

Suspeito
Para o superintendente Eder Bonacin, da Pol iacute;cia Civil (PC), caso haja homic iacute;dio, ldquo;a suspeita de autoria recai sobre Lauri, am aacute;sio da v iacute;tima rdquo;. Para sustentar a tese, o policial diz que Lauri saiu da casa sem dar explica ccedil; otilde;es, deixando a v iacute;tima sozinha. ldquo;Populares informaram que o casal brigava bastante rdquo;, informa Bonacin.
Ontem (05) a casa onde morava apenas o casal estava aparentemente desabitada. Populares disseram que Lauri e Terezinha ingeriam bebida alco oacute;lica, nos uacute;ltimos dias com mais intensidade, e que em algumas vezes era poss iacute;vel escutar a mulher chorando, possivelmente v iacute;tima de agress atilde;o. ldquo;Ela n atilde;o registrou na Pol iacute;cia Civil que estava sendo agredida rdquo;, mencionou Bonacin. nbsp;
No uacute;ltimo dia 24, v eacute;spera de Natal, Terezinha tinha sido agredida por Lauri, disse um familiar dela. nbsp;

Casa do Eletricista folha LORENZETTI

Laudos
A constata ccedil; atilde;o de que Terezinha tinha sido v iacute;tima de morte violenta foi de agentes funer aacute;rios. Como no 24 Horas havia sido constatada morte natural, a mulher seria enterrada sem passar pelo IML e o crime passaria despercebido. Os agentes funer aacute;rios contaram que Terezinha n atilde;o estava roxa, sinal de ataque card iacute;aco, e que tinha les otilde;es pelo corpo e um corte de aproximadamente quatro cent iacute;metros na cabe ccedil;a. nbsp;
O corpo foi levado ent atilde;o para o IML, que confirmou que o corte havia provocado a morte da mulher. Assim que a PC foi informada, investigadores foram at eacute; a casa de Terezinha, mas n atilde;o encontraram Lauri.
O m eacute;dico que atendeu Terezinha no 24 Horas explicou que ela chegou na Unidade desidratada, desnutrida, mas com press atilde;o boa, e ent atilde;o foi aplicado soro com vitamina e rem eacute;dio. O m eacute;dico disse que foi informado que a mulher era alco oacute;latra. Posteriormente foi constatado que Terezinha estava sem pulso e na sequ ecirc;ncia sua morte. Segundo o m eacute;dico, a mulher n atilde;o tinha ldquo;sangramento ativo rdquo;. Devido a isso, ao ser informado que a causa da morte era a les atilde;o na cabe ccedil;a, ele acredita que o ferimento n atilde;o era recente.

TOPO