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“Números do superávit de 2017 são surpreendentes”, diz Marcio Rauber

O Presente

 

Aprendizado. Esta foi a palavra-chave do primeiro ano de mandato do prefeito de Marechal Cândido Rondon, Marcio Rauber (DEM). Em meio ao trabalho para “colocar a casa em ordem” e solucionar impasses como a operacionalização da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e a conclusão da obra do Teatro Municipal, ele comemora os bons feitos de 2017, como a volta da realização dos partos no município e o início das cirurgias eletivas no Hospital Municipal Dr. Cruzatti.

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Por outro lado, diz que a burocracia para tirar projetos do papel fez com que algumas ações planejadas para o primeiro ano de mandato fi cassem para 2018.

Em entrevista ao O Presente, o prefeito garante que, apesar de as contas ainda não estarem fechadas, os números positivos do superávit de 2017 surpreenderam e parte dos recursos já tem destino certo em obras de recape asfáltico nos distritos de Porto Mendes e São Roque, além de outros projetos que estão sendo analisados pela gestão municipal. Confira.

 

O Presente (OP): Do ponto de vista administrativo, como o senhor analisa o primeiro ano do seu mandato?

Marcio Rauber (MR): Foi um ano muito bom. Nós organizamos a prefeitura nos moldes que achamos a forma correta de organizar um ente público. Isso nos custou muito trabalho e muita dedicação porque encontramos várias coisas desorganizadas, mas não nos furtamos a essa obrigação que era um dos meus dois compromissos de campanha: comprometimento com o trabalho e com a gestão dos recursos públicos. Tivemos administrativamente um ano muito bom para o município.

 

OP: O senhor considera que 2017 foi um ano mais desafiador do que imaginava?

MR: Eu não sei como será esse segundo ano, mas acredito que cada ano tem desafios. O primeiro ano é também de muito aprendizado. Você precisa organizar os trabalhos, mas é impossível dizer que um prefeito de primeiro mandato não vá aprender. Nós aprendemos muito, mas esse aprendizado se deu em virtude da nossa dedicação, da organização da administração do município. Fizemos muito, organizamos muito e consequentemente também aprendemos muito sobre administração pública.

 

OP: O senhor fez tudo o que planejou para o ano passado? Foi além ou algumas coisas que gostaria de ter tirado do papel não se concretizaram?

MR: Algumas ações que gostaria de ter colocado em prática em 2017 não consegui justamente por essa falta de conhecimento administrativo e da burocracia que existe dentro da área pública não só municipal, embora esbarramos em algumas burocracias municipais que são administradas por nós e conseguimos superar com agilidade. Outras questões burocráticas em nível estadual e federal nos dificultaram algumas ações para 2017 que começaram a aparecer já no início de 2018 e outras que serão desenvolvidas ao longo do ano.

 

OP: Para o senhor, qual foi a ação ou projeto de maior relevância realizado em 2017?

MR: Não há como deixar de falar dos partos que voltaram a ser feitos em Marechal Rondon. Depois de muitos anos as nossas mães podem ter os seus fi lhos aqui e isso não tem preço para a família. Para o município, por outro lado, tem um custo alto e onerou bastante os cofres municipais, mas era um anseio da comunidade e nós fizemos. Uma segunda medida importante, que é uma daquelas que eu gostaria de ter colocado em prática, mas não foi possível, é a pediatria em tempo integral que não temos em Rondon há muito tempo. Por sinal, não sei se já tivemos no serviço público. Nós iniciamos uma tentativa, um estudo em 2017, mas não foi colocado em prática. Em 2018, porém, teremos pediatra 24 horas por dia para atender a comunidade, que hoje funciona em regime de segunda linha, ou seja, um clínico geral atende a criança e caso ele não consiga solucionar a demanda, pede para que seja chamado o pediatra.

 

Leia a entrevista completa na edição impressa do Jornal O Presente veiculada nesta sexta-feira (19).

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