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Editorial

Ir ao médico, mas sem ir

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Quem assistia o desenho animado dos Jetsons lembra muito bem da alta tecnologia que os personagens utilizavam em seu dia a dia. Empregados robôs, carros voadores e médico por chamada de vídeo eram algumas das coisas comuns no cotidiano da família. E aquilo que parecia algo que jamais aconteceria está acontecendo bem debaixo dos nossos olhos. O futuro prometido no desenho animado chegou.

Robôs já fazem alguns serviços domésticos, como limpar o chão, com custos relativamente acessível às pessoas. Os carros ainda não voam, mas já utilizam energia elétrica para se locomover e sensores que olham tudo em volta, estacionam sozinhos e evitam colisões freando automaticamente. Aos poucos, esses tipos de equipamentos vão se tornando cada vez mais eficazes, ao mesmo tempo que se tornam mais baratos e começam a se popularizar.

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E a telemedicina? Essa veio com tudo, especialmente empurrada pela força da pandemia, que tratou de acelerar processos que já estavam em curso. E não é só coisa de cidade grande, não.

Em Marechal Cândido Rondon, começa a funcionar a partir da próxima semana o serviço de telemedicina do Hospital Rondon. Todos os usuários do plano de saúde Sempre Vida terão acesso ao médico, a partir de um aplicativo, 24 horas por dia, sete dias por semana. Pelo celular, o médico vai avaliar o paciente e prescrever, por exemplo, a medicação mais adequada para os sintomas que ele apresenta naquele momento. Essa é mais uma forma de ampliar a oferta de saúde para as pessoas. Não só oferecer mais saúde, como também agilizar atendimentos, evitar deslocamentos desnecessários e a exposição ao ambiente hospitalar – ainda mais importante agora, com a pandemia.

Dados revelam que no Brasil 80% das situações que levam os pacientes aos prontos socorros não precisariam chegar ao hospital, como sintomas de gripe, resfriado, dor de garganta, irritação nos olhos, irritação na pele, sintomas de infecção urinária ou gastrointestinais. São situações que o médico vai poder orientar através da telemedicina. Caso o médico entenda como conveniente ir até o hospital, ele continua a cuidar da saúde das pessoas presencialmente.

É, sem dúvida, algo novo, que veio para ficar no cotidiano das pessoas. Em algum momento essa novidade que começa a funcionar na semana que vem em Marechal Rondon vai se estender também para o sistema público de saúde. Ou seja: em algum momento, todos os brasileiros terão direito a consultas pelo telefone ou pelo computador. E dá para projetar cada vez mais avanços. Em alguns anos a inteligência artificial vai fazer o papel primário do médico, avaliando seus sintomas em milésimos de segundos, consultando pesquisas e estudos ao redor do mundo para definir o que é preciso ser feito. Isso e muito mais está prestes a acontecer.

O futuro definitivamente foi catapultado pela pandemia. Cada vez mais as tecnologias estão sendo usadas a favor das pessoas. As definições de ir ao médico foram redefinidas.

 

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