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Geral Dia do Índio

Itaipu apoia atividades culturais de comunidades indígenas na região Oeste

Ações vão ao encontro do Dia do Índio, comemorado em 19 de abril (Foto: Marlene Curtis)

Começaram na terça-feira (09), na aldeia Tekoha Ocoy, em São Miguel do Iguaçu, as celebrações culturais do Mês do Índio nas três comunidades indígenas apoiadas pela Itaipu Binacional na região Oeste do Paraná. A iniciativa tem o apoio do Programa de Sustentabilidade das Comunidades Indígenas da Itaipu.

A programação da “Semana Cultural Indígena”, alusiva ao Dia do Índio, lembrado oficialmente em 19 de abril, ocorre no Ocoy (09 a 11) e também nas aldeias Tekoha Añetete e Tekoka Itamarã, ambas em Diamante D’Oeste (15 a 17).

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A proposta é promover a aproximação da sociedade não-indígena com a cultura guarani. São apresentações artísticas diversas, exposições de medicina natural e trilhas na natureza, entre outras ações. As atividades são realizadas em escolas estaduais dos dois municípios e estão abertas à visitação. O valor do ingresso é de R$ 5 por pessoa.

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Apresentação da dança típica guarani pela comunidade Ocoy, reconhecida como uma oração de benção para todos (Foto: Marlene Curtis)

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Em São Miguel do Iguaçu, as atividades iniciaram na terça-feira (09) e seguem até nesta quinta-feira (11), no Colégio Estadual Indígena Teko Ñemoingo. Esta é a 18ª edição da Semana Cultural Indígena celebrada pela comunidade Tekoha Ocoy. As festividades começaram com uma apresentação de dança típica guarani, reconhecida pelo povo avá-guarani como uma oração de benção para todos.

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Já em Diamante D’Oeste, que realiza sua 13ª edição do evento no Colégio Estadual Indígena Kuaa Mbo’e, as comunidades Tekoha Añetete e Tekoka Itamarã também convidam a população para a Caminhada da Natureza. A ação, gratuita e aberta para todos, acontece no domingo (14), a partir das 08 horas. Nas escolas, a programação vai da próxima segunda (15) a quarta-feira (17).

 

Como visitar

Para participar das festividades em São Miguel do Iguaçu, basta entrar em contato com a diretora do colégio, Cleonice R. Feyh (45 98433-8783), cacique Celso (45 99961-2788) ou o vice-cacique Luiz (45 99151-3686). Os interessados nas atividades em Diamante D’Oeste podem fazer contato com os diretores Jairo Bortolini (45 98826-6426), da aldeia Añetete, ou Mauro Dietrich (45 99965-6210), da aldeia Itamarã.

Oficinas de pintura estão entre as atividades desenvolvidas ao longo da semana (Foto: Marlene Curtis)

 

Apoio à cultura indígena

O projeto Sustentabilidade das Comunidades Indígenas é desenvolvido pela usina desde 2003. Suas ações são destinadas à melhoria da infraestrutura das aldeias, fortalecimento da diversidade, cultural, estímulo à formação de parceria, segurança alimentar, entre outras demandas. Há também o incentivo à produção familiar tradicional, cujo excedente é vendido para o Programa Aquisição de Alimentos do Governo Federal (PAA), Cooperativa Lar, Gebana, entre outros.

Sala de aula na comunidade Tekoha Ocoy, construída com o apoio da Itaipu Binacional (Foto: Marlene Curtis)

O projeto Sustentabilidade das Comunidades Indígenas é desenvolvido pela usina desde 2003. Suas ações são destinadas à melhoria da infraestrutura das aldeias, fortalecimento da diversidade, cultural, estímulo à formação de parceria, segurança alimentar, entre outras demandas. Há também o incentivo à produção familiar tradicional, cujo excedente é vendido para o Programa Aquisição de Alimentos do Governo Federal (PAA), Cooperativa Lar, Gebana, entre outros.

A proposta é promover a aproximação da sociedade não-indígena com a cultura Guarani (Foto: Alexandre Marchetti)

Em 2018, o desenvolvimento sustentável das comunidades indígenas do Tekoha Ocoy, em São Miguel do Iguaçu, e Tekoha Añetete e Tekoha Itamarã, em Diamante D’Oeste, foi apoiado pela binacional por meio de recursos para preparo do solo, insumos, assistência técnica, infraestrutura e educação. O investimento resultou na produção de mais de 269 kg de alimentos e 585 kg de mel, além do cultivo de mais de 5.370 kg de peixes em tanques-redes. A comercialização do artesanato tradicional gerou uma renda de R$ 34.390,00.

No ano passado, mais de 3.500 crianças foram atendidas e monitoradas em parceria com a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai). A iniciativa garantiu um índice zero de mortalidade infantil por desnutrição nas três aldeias envolvidas no programa da Itaipu.

Ações do projeto são destinadas ao fortalecimento da diversidade, cultural, entre outros investimentos (Foto: Alexandre Marchetti)

 

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Com JIE Itaipu Binacional 

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