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Adefimar promove palestra sobre direitos dos portadores de necessidades especiais

Advogada Karina Nasihgil será a responsável pela palestra: “É preciso fazer com que toda a sociedade dizime quaisquer preconceitos contra as pessoas com deficiência e que estas possam ter uma igualdade de fato” (Foto: Divulgação)

 

A Associação dos Deficientes de Marechal Cândido Rondon (Adefimar) recebe nesta quinta-feira (29), às 14 horas, uma palestra sobre os direitos dos portadores de necessidades especiais, que será ministrada pela advogada rondonense Karina Nasihgil. O evento, direcionado aos associados da Adefimar e aberto à comunidade, tem por objetivo apresentar de forma didática alguns direitos e garantias que o Estado assegura através da legislação para os portadores de necessidades especiais, que hoje, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), possui cerca de 45,6 milhões de pessoas no país.

De acordo com Karina, é imprescindível a conscientização sobre o teor da Lei de Inclusão, a fim de alcançar toda a população e buscar pela empatia na condição do outro, no respeito mútuo e no aprendizado social. “Além disso, fazer com que toda a sociedade dizime quaisquer preconceitos contra as pessoas com deficiência e que estas possam ter uma igualdade de fato”, declara.

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Dentre os temas a serem abordados na palestra estão a igualdade e a não discriminação do portador de necessidades especiais e os diversos direitos que estes possuem, tais como o direito à vida, à saúde, à educação, ao trabalho, à assistência social, à cultura, ao esporte, ao turismo, ao lazer, ao transporte, à mobilidade, entre outros. “A legislação trouxe garantias fundamentais para a equiparação das pessoas com deficiência em relação à sociedade em geral, servindo para ampará-las no convívio social, regulando as relações em busca da diminuição da desigualdade, a fim de que ninguém se sinta inferior e excluído”, pontua Karina.

No entanto, para que medidas de proteção jurídica realmente venham a ter aplicabilidade, a advogada afirma que o primeiro passo é a disseminação do teor da lei. “Podendo a partir do conhecimento sobre esses direitos garanti-los um efeito real, não apenas no papel, mas que de fato cumpra o seu objetivo, que é melhorar a vida das pessoas portadoras de deficiência”, destaca.

 

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