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Gremistas rondonenses acreditam na recuperação do time

Fotos: O Presente

A casa do Gr ecirc;mio sempre foi sin ocirc;nimo de for ccedil;a diante dos advers aacute;rios. No entanto, a derrota por 2 a 0 para o Goi aacute;s, na noite de quinta-feira (12), mostrou que nem o calor da torcida consegue fazer o Gr ecirc;mio se impor. Al eacute;m disso, o p uacute;blico nas arquibancadas tem diminu iacute;do: mesmo com a estreia de Renato Ga uacute;cho, apenas 12.788 pagantes assistiram ao confronto pela Sul-Americana.
O Tricolor disputou seis jogos em casa pelo Brasileir atilde;o e um pela Sul-Americana. Com duas vit oacute;rias, dois empates e duas derrotas, o time tem um aproveitamento de 38% em seus dom iacute;nios. Eacute; pouco para quem ficou mais de um ano invicto no Ol iacute;mpico. Em nenhuma dessas partidas, o p uacute;blico rompeu a barreira dos 20 mil no est aacute;dio. nbsp;
Os gremistas, por eacute;m, acreditam no time, ainda mais com a contrata ccedil; atilde;o do t eacute;cnico Renato Ga uacute;cho. O rondonense Eacute;lvis Lammel culpa a diretoria do Gr ecirc;mio pela fase que o time passa. ldquo;Contrataram mal, usaram mal o dinheiro rdquo;, diz. ldquo;Est aacute; se investindo pouco na categoria de base em compara ccedil; atilde;o a outros times. O time est aacute; sempre endividado, mas como os outros clubes conseguem fazer uma boa administra ccedil; atilde;o? rdquo;, questiona o rondonense.
Algumas contrata ccedil; otilde;es do Gr ecirc;mio s atilde;o ldquo;ultrapassadas rdquo;, comenta o Eacute;lvis. Com a chegada de Renato Ga uacute;cho, ele bota f eacute; numa mudan ccedil;a no time. ldquo;O Renato conhece toda a hist oacute;ria do Gr ecirc;mio, a esperan ccedil;a eacute; toda nele para reverter essa situa ccedil; atilde;o, mas ainda assim eacute; preciso contratar alguns refor ccedil;os rdquo;, opina.

Diretoria
O rondonense Paulo Schulz, o P aacute;lia, tamb eacute;m d aacute; o ldquo;cr eacute;dito rdquo; da crise agrave; administra ccedil; atilde;o do Gr ecirc;mio. ldquo;Est aacute; faltando comando, jogador tem rdquo;, comenta. A contrata ccedil; atilde;o de Renato Ga uacute;cho vai dar motiva ccedil; atilde;o ao time, acredita. ldquo;Nada eacute; f aacute;cil, tudo para o Gr ecirc;mio eacute; meio peleado. O Gr ecirc;mio conquista t iacute;tulos saindo sangue da chuteira rdquo;, ressalta. P aacute;lia confia numa volta por cima do time. ldquo;A desculpa da diretoria antes era a prioridade na Sul-Americana, agora ela vai ter que mostrar servi ccedil;o rdquo;, sugere.
A revers atilde;o, por eacute;m, n atilde;o ser aacute; instant acirc;nea, avalia P aacute;lia. ldquo;Vai demorar at eacute; o time se entrosar no estilo Renato Ga uacute;cho, mas j aacute; espero uma vit oacute;ria neste final de semana rdquo;, comenta.
O rondonense confessa que tem medo da segunda divis atilde;o. ldquo;Todos os times que est atilde;o nessa zona da tabela de classifica ccedil; atilde;o t ecirc;m esse medo rdquo;, justifica.

Momento
Outro gremista, o rondonense Valdenir Carlos Boff diz que o Gr ecirc;mio est aacute; apenas passando um momento dif iacute;cil. Ele comenta que o primeiro semestre do time foi com boa posi ccedil; atilde;o na Copa do Brasil e o t iacute;tulo do Campeonato Ga uacute;cho. Com a parada para a Copa do Mundo, por eacute;m, o Gr ecirc;mio ldquo;parou rdquo; tamb eacute;m. ldquo;O time se desmotivou, teve problemas de relacionamento rdquo;, menciona.
A chegada de Renato Ga uacute;cho ser aacute; um ldquo;choque rdquo; para o time acordar, diz o gremista. ldquo;O Gr ecirc;mio tem uma safra de novos jogadores, est aacute; na hora de valorizar os pratas da casa e rever os caras de fora contratados rdquo;, aponta.
At eacute; o momento a diretoria do Gr ecirc;mio estava omissa, mas a demiss atilde;o de Rodrigo pode ter sido um recado para os jogadores, diz Valdenir. ldquo;O time tem time para ficar muito longe da segunda divis atilde;o rdquo;, acredita.

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