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Rondonenses vibram na expectativa de mais um título colorado

Quem eacute; colorado conta as horas para o jogo de hoje (18). A expectativa eacute; grande para a conquista do t iacute;tulo da Libertadores. Em Marechal C acirc;ndido Rondon o clima n atilde;o eacute; diferente. Quando a torcida eacute; em fam iacute;lia, ent atilde;o a euforia fica ldquo;maior rdquo; ainda. Na fam iacute;lia Kist/Haag, poucos n atilde;o s atilde;o colorados.
O sangue mais vermelho come ccedil;ou a surgir na fam iacute;lia Kist h aacute; 37 anos, quando o casal Jo atilde;o Arnildo e Od iacute;lia Nat aacute;lia, que ent atilde;o moravam em Entre Rios do Oeste, recebeu a visita do genro Ari Haag, hoje esposo de Janice. O genro saiu no lucro, levou a filha do casal, Janice, e ainda convenceu os sogros a se tornarem colorados. ldquo;T iacute;nhamos os afazeres na lavoura, eu jogava bola, mas n atilde;o tinha um time predileto rdquo;, conta Jo atilde;o, que n atilde;o se considera um fan aacute;tico colorado. ldquo;Fan aacute;ticos s atilde;o esses loucos rdquo;, comenta, apontando seus familiares.
E a na ccedil; atilde;o de ldquo;loucos rdquo; referida por Jo atilde;o cresceu na fam iacute;lia. Hoje, conta Od iacute;lia, cinco de seus seis filhos s atilde;o colorados e apenas um de seus 14 netos n atilde;o torce para o Internacional. O uacute;nico filho que n atilde;o herdou o “gene” colorado foi Irineu. O gremista, por eacute;m, n atilde;o aguentou a press atilde;o, ironiza a fam iacute;lia, e acabou indo para a Bahia. nbsp;

Fam iacute;lia
O casal Kist recebeu a reportagem de O Presente na casa da fam iacute;lia, ontem (17), no centro de Marechal C acirc;ndido Rondon, junto com os filhos Janice Haag e Ov iacute;deo Kist, a neta Diane (filha de Ov iacute;deo), o bisneto Pedro Henrique (filho de Gilson Haag, que eacute; filho de Janice), Pedro Haag (filho de Janice) e T acirc;nia Mara (esposa de Pedro Haag). Todos s atilde;o colorados, a maioria por op ccedil; atilde;o, embora exista quem diga que para entrar na fam iacute;lia tem que estar de vermelho.
Fanatismo
O fanatismo pelo Inter pode ser percebido em todos, mas alguns t ecirc;m provas da paix atilde;o pelo time. O jovem Pedro Henrique, por exemplo, tem 29 camisetas do time e, segundo seus familiares, chora noite e dia quando o time perde. Pedro Haag tem a comprova ccedil; atilde;o pela paix atilde;o no p eacute; e no peito. As duas marcas coloradas nele foram doloridas. No peito ele tatuou a imagem do Inter e no p eacute; sofreu uma fratura quando corria para comemorar o Mundial.
Diane se mostra conhecedora do Inter, falando com propriedade sobre a equipe. Ov iacute;deo, mesmo com poucas palavras, eacute; outro que n atilde;o fica para tr aacute;s, provando de onde a filha tem tanto conhecimento. T acirc;nia, que antes de conhecer o marido Pedro Haag era corinthiana, confessa que o prazer de ser torcedora nasceu somente com o Inter. Janice, cercada pelo vermelho, ironiza, dizendo que nos dias de jogo do Inter ningu eacute;m se habilita a assistir a partida com a fam iacute;lia.
Od iacute;lia Nat aacute;lia, contam os familiares, vai dormir agrave;s 19 horas, mas em dias de jogos acorda posteriormente para acompanh aacute;-los, seja pelo r aacute;dio ou pela TV. Na noite de hoje, j aacute; agendava ontem a fam iacute;lia, todos estar atilde;o reunidos para assistir o Inter pela Libertadores. ldquo; Eacute; choro quando perde e gritos e abra ccedil;os quando ganha rdquo;, diz T acirc;nia.
As l aacute;grimas, por eacute;m, n atilde;o estavam sendo cogitadas ontem.

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