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Conselho Tutelar amplia fiscalização em eventos

O Conselho Tutelar de Marechal C acirc;ndido Rondon est aacute; promovendo a amplia ccedil; atilde;o das a ccedil; otilde;es de fiscaliza ccedil; atilde;o em eventos realizados no munic iacute;pio. De acordo com a presidente do oacute;rg atilde;o, Ilse Grosklass, enquanto por um lado o Conselho eacute; cobrado para maior atua ccedil; atilde;o, por outro recebe cr iacute;ticas localizadas em raz atilde;o de atua ccedil; otilde;es intensivas, o que dificulta o trabalho em prol da crian ccedil;a e do adolescente.
No uacute;ltimo final de semana, os conselheiros atuaram em dois eventos realizados, um no Clube Conc oacute;rdia e outro no Clube Corinthians. Segundo Ilse, em ambos os casos foi barrada a entrada de muitos jovens. ldquo;Nosso trabalho consiste em fazer valer as portarias vigentes e a determina ccedil; atilde;o judicial rdquo;, ressalta.
Ela menciona que no evento ldquo;Molhados da Madrugada rdquo;, ocorrido no clube da aacute;rea central da cidade, foram barrados em torno de 500 jovens que estavam desacompanhados ou sem a devida autoriza ccedil; atilde;o dos pais ou respons aacute;veis. Em raz atilde;o disso, teriam surgido coment aacute;rios atribuindo ao Conselho o n uacute;mero reduzido de p uacute;blico no evento. ldquo;N oacute;s estivemos no outro baile e atuamos da mesma forma, no entanto, essa atitude n atilde;o foi determinante para o sucesso ou insucesso do evento rdquo;, comenta.

Responsabilidade
Conforme a presidente, n atilde;o eacute; atribui ccedil; atilde;o do Conselho permanecer em portarias de eventos para cobrar documenta ccedil; atilde;o dos menores de idade. ldquo;Essa responsabilidade eacute; dos promotores de eventos, pois, segundo consta em lei, eles inclusive podem ser punidos em caso de a lei ser infringida rdquo;, alerta.
Ilse ressalta que os organizadores de eventos recebem, por ocasi atilde;o da retirada de alvar aacute;, c oacute;pia das portarias 01/1997 e 01/2003, motivo pelo qual n atilde;o podem alegar desconhecimento da lei.
Ao Conselho cabe fiscalizar a presen ccedil;a de menores nos recintos, bem como uma eventual ingest atilde;o de bebidas alco oacute;licas. ldquo;Exigimos o que consta da lei: jovens de 14 e 15 anos devem estar acompanhados do respons aacute;vel legal (pai, m atilde;e ou tutor); e de 16 e 17 anos devem portar autoriza ccedil; atilde;o dos respons aacute;veis com assinatura reconhecida em cart oacute;rio rdquo;, enfatiza.

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Eventos
Ilse lembra que as fiscaliza ccedil; otilde;es v ecirc;m sendo realizadas com frequ ecirc;ncia e, inclusive, devem aumentar. ldquo;No ano passado passamos por todas as festas juninas e, na medida do poss iacute;vel, estamos fiscalizando qualquer tipo de evento, bailes, festas, jantares dan ccedil;antes rdquo;, diz.
Ela refor ccedil;a que o Conselho n atilde;o atua contra os eventos ou promotores, mas sim a favor das crian ccedil;as e jovens. ldquo;Estamos agrave; disposi ccedil; atilde;o de organizadores de eventos, como de outras pessoas, que precisarem de informa ccedil; atilde;o. Queremos ser parceiros dos promotores e pedimos que nos procurem antes de realizarem eventos, para evitar problemas futuros rdquo;, sugere.

Campanha
Tendo em vista os eventos que t ecirc;m sido promovidos no munic iacute;pio, bem como a frequ ecirc;ncia de problemas relacionados agrave; participa ccedil; atilde;o indevida de adolescentes nos mesmos, o Conselho Tutelar pretende promover uma campanha envolvendo institui ccedil; otilde;es, entidades, associa ccedil; otilde;es e fam iacute;lias, no sentido de debater alternativas de divers atilde;o e lazer para crian ccedil;as e jovens. ldquo;Precisamos do apoio dos pais e de toda a sociedade para buscarmos alternativas que resgatem valores culturais e sejam positivas para os jovens da nossa cidade rdquo;, conclui.

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