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Dilma vem ao Paraná para fazer campanha com Osmar Dias

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Na segunda-feira (12), Osmar Dias se reuniu em Curitiba com Requião, Gleisi e deputados peemedebistas e dos outros partidos da coligação para discutir a organização da campanha: encontro de ajustes (Foto: Denis Ferreira Neto)

A candidata do PT agrave; Presid ecirc;ncia da Rep uacute;blica, ex-ministra Dilma Rousseff, desembarca hoje (14) em Curitiba para participar pela primeira vez de um evento oficial de campanha no Paran aacute; ao lado do candidato do PDT ao Governo do Estado, senador Osmar Dias. Dilma passa o dia na Capital e agrave; noite participa de jantar no Clube Conc oacute;rdia, onde Osmar pretende reunir os prefeitos do PMDB, PT e PDT e demais partidos que integram a coliga ccedil; atilde;o que o apoia.
Inicialmente, a vinda da ex-ministra estava prevista para sexta-feira (16). Os planos previam ainda que o presidente Luiz In aacute;cio Lula da Silva (PT) desembarcaria em Curitiba para eventos na regi atilde;o metropolitana ao lado da candidata e de Osmar no s aacute;bado (17). Por problemas de agenda, por eacute;m, a vinda de Lula foi adiada e a de Dilma antecipada para aproveitar o evento com os prefeitos.
A participa ccedil; atilde;o de Dilma e principalmente de Lula eacute; apontada como um dos grandes trunfos de Osmar na disputa com o candidato do PSDB ao governo, Beto Richa. Com uma popularidade em patamares recordes, o presidente j aacute; conseguiu alavancar a candidatura da ex-ministra, que nunca disputou uma elei ccedil; atilde;o e hoje j aacute; aparece empatada e at eacute; a frente do presidenci aacute;vel tucano, Jos eacute; Serra, nas pesquisas.
O acirramento da disputa entre Dilma e Serra, ali aacute;s, transformou o Paran aacute; em um ponto estrat eacute;gico nas elei ccedil; otilde;es presidenciais. N atilde;o por acaso, Lula teve um papel fundamental no esfor ccedil;o para que Osmar se lan ccedil;asse ao governo com o apoio dos partidos da base aliada federal no Estado, evitando que ele desistisse em favor de uma candidatura ao Senado na chapa de Richa. O presidente atuou pessoalmente para que o governador Orlando Pessuti desistisse da candidatura ao governo pelo PMDB em favor do pedetista.
Outro sinal da posi ccedil; atilde;o de destaque que o Estado no cen aacute;rio da disputa nacional foi que Serra fez quest atilde;o de abrir a campanha com um evento em Curitiba. O tucano participou, na uacute;ltima quarta-feira (07), de caminhada na Boca Maldita, ao lado de Richa.

Ajustes
Na segunda-feira (12), Osmar se reuniu em Curitiba na sede do Diret oacute;rio Estadual do PMDB com deputados peemedebistas e dos outros partidos da coliga ccedil; atilde;o para discutir a organiza ccedil; atilde;o da campanha. Tamb eacute;m participaram da reuni atilde;o os candidatos ao Senado, Gleisi Hoffmann (PT) e o ex-governador Roberto Requi atilde;o (PMDB), al eacute;m do candidato a vice-governador, deputado federal Rodrigo Rocha Loures.
Al eacute;m do jantar amanh atilde;, com a participa ccedil; atilde;o de Dilma, o pedetista tamb eacute;m deve se reunir na quinta-feira (15) com os prefeitos peemedebistas. Segundo deputados estaduais do partido, os prefeitos querem conversar com o candidato para discutir pend ecirc;ncias pol iacute;ticas locais e a participa ccedil; atilde;o deles na campanha. ldquo;O acerto maior que era a alian ccedil;a j aacute; foi feito. Os detalhes se fazem agora rdquo;, explicou o deputado estadual Nereu Moura (PMDB).
Moura e o deputado peemedebista Ca iacute;to Quintana negaram que prefeitos da regi atilde;o Sudoeste e Oeste – suas bases eleitorais – estejam amea ccedil;ando abrir uma dissid ecirc;ncia para apoiar o tucano Beto Richa. Segundo eles, a preocupa ccedil; atilde;o dos prefeitos eacute; apenas ter voz na campanha. ldquo;Como a coliga ccedil; atilde;o s oacute; foi fechada no uacute;ltimo dia, muita coisa ficou para ser ajustada. Tem muitas arestas que a gente vai ter que aparar juntos rdquo;, explicou Quintana. ldquo;Tem munic iacute;pios onde o prefeito eacute; do PMDB e tem como principal advers aacute;rio algu eacute;m do PDT rdquo;, detalhou, afirmando que os prefeitos peemedebistas querem saber como essas disputas locais ser atilde;o encaminhadas n atilde;o s oacute; na campanha, mas depois de eleito o governo.
Por isso, afirmou Quintana, a preocupa ccedil; atilde;o de que os deputados tamb eacute;m sejam mais ouvidos na campanha. ldquo;A bancada tem que ter um espa ccedil;o. Quem tem liga ccedil; atilde;o com os prefeitos, os munic iacute;pios s atilde;o os deputados. Tem que haver ajustes, e logo rdquo;, defendeu.

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