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Rapto escancara vulnerabilidade das escolas

O rapto de uma menina de nove anos em frente a uma escola municipal em Terra Roxa levanta a questão sobre a segurança nos estabelecimentos de ensino. Ontem (08), a mãe biológica de uma criança, que é criada há aproximadamente cinco anos pela tia, não teve dificuldades para pegar a filha e levá-la consigo para a cidade de Tapejara, onde reside, a 150 quilômetros de Terra Roxa.

O sumiço da criança causou alvoroço e medo aos pais com quem a criança vive, entre os alunos e entre policiais e conselheiros tutelares. A ação aconteceu por volta das 13 horas, na entrada para a aula. De acordo com a Polícia Militar (PM), a mãe biológica, que foi vista chegando de ônibus na cidade acompanhada de um homem e outras duas crianças, uma de colo e outra de seis anos, chamou a menina para ver sua irmã.

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“Quando chegaram em um carro, ela disse à criança que iriam à casa da tia, com quem a criança mora atualmente, mas acabaram indo para Tapejara”, emenda o conselheiro tutelar de Terra Roxa, William Alvez de Azevedo.

Uma criança viu a atitude da mãe biológica, achou estranho e avisou as autoridades. Logo, iniciaram as buscas pela menina. “Quando descobrimos que era a mãe biológica que tinha levado a menina, ficamos mais tranquilos, mas logo que aconteceu ninguém sabia de nada. Poderia ser qualquer pessoa”, destaca o conselheiro tutelar. “Isso mostra a vulnerabilidade das escolas”, acrescenta.

O fato aconteceu na Escola Municipal Professora Maxmirian Barbara Gaspar Silva, mas poderia ocorrer em qualquer outra. Isso porque, de acordo com um policial militar, a PM local tem apenas uma viatura para atender os aproximadamente 17 mil habitantes. “Não temos patrulha escolar”, frisa o policial.

(Leia a matéria completa na edição impressa do Jornal O Presente)

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