Ecoville – Maior rede de limpeza
Ford Show Rural
Variedades

Filhos e ex-mulher brigam pela herança de Dominguinhos

A briga pela herança de Dominguinhos causou um racha na família do músico que morreu em julho deste ano. Os filhos do primeiro casamento, Mauro e Madaleine, disputam com a meia irmã, Liv, e Guadalupe Mendonça, a última mulher do sanfoneiro, o direito pelo espólio do pai.

Mauro, o filho mais velho, teve que sair do apartamento do pai em São Paulo, onde estava desde que Dominguinhos foi internado, por determinação da Justiça. Guadalupe Mendonça, que tem uma procuração para cuidar dos bens do ex-marido, pediu a posse o imóvel e ganhou. O filho mais velho já entrou com um pedido para contestar esse documento.

Casa do eletricista MINIESCAVADEIRA

Ainda de acordo com a ordem judicial, se Mauro ficasse no apartamento teria que pagar pela manutenção do mesmo. E ele alega não ter dinheiro para tanto. “Tentei embargar a procuração que meu pai deu a ela. Eu achava que ela não tinha direito e a única pessoa que podia embargar isso era eu, que sou filho dele, mais velho e legítimo. Entrei na Justica pra ser o curador dele, não para meter a mão nos bens dele”, disse. 

Liv, a caçula, não concorda com a atitude de Mauro e diz que o meio-irmão nunca foi presente na vida do pai. “Pensamos em cortar gastos, botar o apto de meu pai pra alugar, não tinha condições de ficar pagando mais e mais coisas. Aí ele foi e processou meu pai, entrou com ação de interdição para gerir o patrimônio dele, coisa que ele nunca fez, ele nunca esteve presente para gerir nada”, revelou.

 O advogado de Mauro explica que agora, com a morte de Dominguinhos, a procuração de Guadalupe não tem mais valor. “Ela tinha procuração para administrar alguns bens, mas naturalmente, com a morte do outorgante, essa procuração foi extinta, não produz nenhum efeito”.

Mauro ainda alega que Guadalupe não era mais mulher de Dominguinhos há 20 anos e que ela mora com outro homem há 20 anos, o músico Sandro Raique. “Perante o direito civil não foram casados, podem ter vivido no regime de união estável, mas tem que ser reconhecida para depois produzir efeito, o reconhecimento pode ocorrer no bojo do inventário, mas antes tem que ser reconhecida”, disse o advogado.

TOPO