Copagril – Sou agro com orgulho
Silvana Nardello Nasihgil

Podemos mudar o que não nos faz bem

Diante da vida, temos que decidir: ou passamos o tempo reclamando e se vitimizando ou olhamos para os desafios, enfrentamos e vencemos.

Cada pessoa tem livre-arbítrio e não está enraizada em lugar nenhum. Essa é uma verdade incontestável. Portanto, crer que podemos mudar o que não nos faz bem, aquilo que nos tira a paz, está na determinação de vencer cada detalhe, no desejo de construir uma vida sólida, na qual os projetos vão ao encontro do bem estar físico e mental.

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É compreensível que ao sentir a vida se desmoronando, muita gente se paralisa e para de buscar soluções, deixa o mal-estar tomar conta e faz do viver uma fonte de sofrimentos.

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Quando os problemas insistirem em consumir o existir é hora de acordar para a vida, olhar ao entorno e perceber que toda a dificuldade tem solução, que a vida está embasada nas coisas ruins que acontecem, mas nas coisas boas que podem nos colocar novamente em pé.

Enquanto a contabilidade da vida se basear nas coisas ruins, naquilo que nos diminui, nos faz sofrer e nos tira a paz, nada do que é positivo poderá ser enxergado e muito menos vivido.

É preciso reservar espaço para as coisas boas, olhar para elas como possibilidades de se tornarem ainda melhores ao ponto de dar a importância que cada detalhe merece.

Precisamos lembrar que ninguém no mundo tem uma vida perfeita, todas as pessoas têm angústias e sofrimentos que, de alguma forma, tiram o equilíbrio. Diante disso, uma boa parte decide usar as adversidades para crescer, processa e descarta aquilo que vem para tirar o equilíbrio.

Outros, simplesmente aceitam o que vier e como vier e, para conseguir deixar tudo pior, alimentam e regam diuturnamente esses sentimentos.

Aí você pode perguntar: as coisas são assim tão fáceis? E eu lhe respondo: não!

Ninguém disse que qualquer coisa é fácil. Viver é um exercício que requer foco, determinação e atitudes, sair da zona de conforto e ir ao encontro daquilo que realmente nos faça feliz. Requer eleger prioridades e buscar realizá-las.

Esse querer está dentro de cada um. Só aflora verdadeiramente para quem faz a escolha de fazer mudanças, para quem deixa a preguiça emocional à margem e trilha o caminho da busca pelos seus objetivos, para quem se ama e sabe que realmente merece ser feliz.

De nada adiantará ter sonhos se não buscarmos os caminhos para realizá-los. A vida passa (e passa rápido) e lá adiante será muito triste descobrir que era possível ter feito tudo diferente, que era possível ter e viver tudo aquilo que desejamos, que era possível ter feito outras escolhas… que tudo era possível. Será muito triste descobrir que as portas sempre estiveram abertas e que nos faltou coragem e atitude para girar a maçaneta.

A falta de coragem, de se permitir o diferente, vivendo no vitimismo fará a vida ser consumida e sem sentido, tirando o brilho dos dias e o vibrar das conquistas.

Pensemos sobre, porque ainda dá tempo de fazermos as mudanças que merecemos.

 

Silvana Nardello Nasihgil é psicóloga clínica com formação em terapia de casal e familiar (CRP – 08/21393)

silnn.adv@gmail.com

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