Editorial

Legado à vista

A Itaipu Binacional deve continuar sua busca incessante para deixar um legado no Oeste do Paraná, com obras estruturantes que vão melhorar as perspectivas da região no âmbito de negócios, segurança e lazer. Agora, o compromisso é para aprimorar as vias públicas e rodovias. Entre as prioridades estão obras nas rodovias do eixo Santa Helena/Medianeira (PR-495) e Missal/São Miguel do Iguaçu (PR-497). Além de recapagem de pista, será executada a construção de acostamentos, terceiras pistas e acessos e áreas de desaceleração. Os detalhes dos convênios ainda serão definidos em reuniões com governos municipais e do Estado, mas a sinalização positiva já aconteceu, na semana passada, quando o diretor-geral brasileiro, general Joaquim Silva e Luna, visitou a cooperativa Lar, em Medianeira.

Em 18 meses, a nova gestão da Itaipu já investiu R$ 1 bilhão em obras estruturantes e iniciativas que deixam legado à população, como repasses para a área da saúde. Entre as iniciativas, destacam-se a duplicação da BR-469 (Rodovia das Cataratas), construção do Mercado Municipal de Foz, modernização e ampliação do Hospital Ministro Costa Cavalcanti e a Ponte da Integração Brasil-Paraguai, além da ampliação da pista de pouso e decolagem do Aeroporto de Foz do Iguaçu. A ponte, aliás, ganha forma rapidamente, chama a atenção pelo seu (já) gigantismo e deve ser a segunda ligação terrestre entre os dois países em março de 2022.

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Com o anúncio de revitalização das rodovias estaduais, Itaipu está melhorando a segurança de quem trafega pela região, seja a trabalho ou passeio, mas também gerando mais competitividade para as atividades econômicas, como a agropecuária, que usa as vias em abundância, tanto para levar insumos ao interior quanto retirar os grãos e a proteína animal das propriedades rurais. Mas os benefícios são para todos.

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Nied maio 2022 w

Os governos dos municípios lindeiros, como é o caso de Marechal Cândido Rondon, têm que aproveitar essa “boa vontade” de Itaipu para conseguir bons convênios, capazes de eliminar demandas de grandes obras. Não é explorar a Itaipu, mas usar a favor dos municípios todo o potencial de investimentos que a binacional coloca à disposição.

Com uma relação cada vez mais transparente e próxima dos governos, sejam municipais, estadual ou federal, a nova gestão da usina demonstra que está disposta a ajudar a população de seu entorno com obras que, teoricamente, prefeituras sozinhas não teriam condições de realizar. E tudo vem acontecendo de uma forma acelerada.

Mais que gerar energia, Itaipu tem gerado desenvolvimento ao longo dos anos, desde o início de sua construção até os dias de hoje. Itaipu gera oportunidades e devolve à população brasileira o que poucas empresas conseguem devolver.

A gigante mundial da energia é também uma gigante em “generosidade”. Que esse vínculo com a sociedade seja cada vez mais estreito e que as grandes obras possam continuar sendo alvo de investimentos de Itaipu. Brasileiros e paraguaios agradecem.

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